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Os primeiros oito meses de governo Lula têm apresentado contradições com as quais pouca gente que apoiou o petista esperava se deparar. Uma das últimas foi a indicação de Cristiano Zanin, advogado que defendeu o petista e o tirou da prisão ilegal durante o auge da operação Lava Jato, para assumir uma cadeira no Supremo Tribunal Federal, e não pela indicação em si, mas pelos primeiros posicionamentos do magistrado frente às ações que passaram pelo seu crivo. Votos de caráter extremamente conservador, que foram criticados à exaustão por setores da esquerda. O que fica em destaque é que esta não é a primeira indicação do Lula ao Supremo questionada pelo campo progressista.
Para tentar entender o que motiva o presidente Lula a escolher figuras de caráter conservador para Cortes superiores no país, o Faixa Livre contou com as contribuições do advogado constitucionalista e professor de Direito Público da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) Bernardo Campinho, o doutor em ciência política, professor de Direito Constitucional da Universidade Cândido Mendes, membro do Instituto dos Advogados Brasileiros (IAB) e do Instituto Brasileiro de Advocacia Pública Sérgio Sant’Anna e o advogado, mestre pela Universidade Mackenzie, doutor em Filosofia do Direito pela Universidade de São Paulo (USP) e professor universitário Victor Barau.
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